13/09/2009

iN-vertido

iN_vertido

concepção e interpretação -Verônica de Moraes

videoartista -Drica Rocha
http://sotao73.blogspot.com

trilha sonora original e DJ - Som do Roque
http://somdoroque.blogspot.com

LAMIA coletivo - Produção
http://lamiacoletivo.blogspot.com



Estamos preparando a performance-espetáculo iN_vertido
, um trabalho em processo com concepção de Verônica de Moraes e criação e produção do Lamia Coletivo.

Essa Performance foi apresentada:
  • Plataforma Internacional de Dança junto com 8º Encuentro Anual de la Red Sudamericana de Danza, SSA/2009, na Escola de Dança da UFBA
  • Projeto Nós de Casa - Escola de Dança da UFBA, 2009; Teatro do Movimento
  • Seminário Internacional de Cimena, SSA/2009, na mostra de performances Foyer do Teatro Castro Alves;

Sobre a obra IN_VERTIDO

iN_vertido: experimento III, é uma obra em processo e apresenta
possibilidades de pontos de vista. A corporalidade explora a criação
de estados de um corpo visto de costas, bem como uma movimentação no
nível do chão. A proposta se complementa através da interação entre o
ambiente, texturas sonoras apresentadas ao vivo e projeções de imagens
pré-gravadas e em tempo real.

O projeto In_vertido foi contemplado pela Fundação Nacional de Artes
– FUNARTE, no Programa de Bolsas de Estímulo à Criação Artística, e faz parte de uma
pesquisa acadêmica inserida no Programa de Pós-Graduação em Artes
Cênicas (PPGAC/CNPq/UFBA).

O LAMIA Coletivo – Laboratório de Arte Multimídia e Intervenção Urbana foi criado em maio de 2008 e tem o interesse em pesquisar as relações entre corpo, ambiente e a linguagem audiovisual em suas experimentações. É composto por artistas e não-artistas que trabalham em diferentes linguagens. Dentre as principais produções destacam-se: os videodanças Contrapontos – El Cruce 2009; FRAME 2008; Marés - FRAME_Research; El Cruce 2009, In_pressões sobre azulejos: ensaio para banheiro, vestiário, hospital – Dança em Foco 2009; FRAME, Videofronteras, Festival de Imagem em 5 Minutos, Dança Sem Sombra (2008) e ; e as Performances Lama e Gabinete Instantâneo de Leitura.
Componentes: Drica Rocha, Som do Roque e Verônica de Moraes, dentre outros artistas e não-artistas que somam suas idéias e corpos nas propostas dos vídeos e de intervenções urbanas.

Agradecimentos:
Eloisa Domenici, Ana Elisa Assunção, Ester Gelman, Alessandro Luppi, Joubert Arrais, Tiago Costa, Hugo Leonardo, David Ianitelli, Rico Oliveira, Claudia Buonavita, Dulce Aquino.







12/09/2009

MARÉS - FRAME_Research

PARABÉNS A EQUIPE DO VIDEODANÇA MARÉS!!!

BEIJOS,
DRICA.



O FRAME_Research, vem informar que seu vídeo 'Marés (Tides)', foi seleccionado para integrar esta edição do festival, que irá decorrer de 18 a 28 de Novembro.2009.

Este ano vamos fazer uma extensão do FRAME research no Festival Temp's D'Images, em Lisboa, e gostaríamos de incluir o seu trabalho na compilação a ser apresentada...


Com os melhores cumprimentos,

--
FÁBRICA DE MOVIMENTOS
Rua do Almada, 424 - 2º esq. frt
4050-032 - Porto/Portugal
tl: +351 222011362
fax: +351 222033090
e-mail: fabrica.de.movimentos@gmail.com


PROGRAMAÇÃO TEMP'S D'IMAGES
http://www.tempsdimages-portugal.com/2009/projec_frame.html

PROGRAMAÇÃO FRAME research
http://www.fabricademovimentos.pt/_site_fm/eventos/09frame/intro.php

28/06/2009

MARÉS (TIDES)

VÍDEO SELECIONADO NOS FESTIVAIS:
Bienal do Recôncavo 2010; Salão Regional Bahia 2010 - Vitória da Conquista; Festival Internacional Viva Dança- Mostra de vídeo- dança/Bahia/2010;Festival Internacional de Videodanza - Napolidanza/Itália 2010;Festival FRAME Research /Porto- Portugal, 2009; Mostra de vídeo do Festival Europeu Temp's D'Images, em Lisboa, 2009; Festival El Cruce/ Rosário-Argentina, 2009; Mostra Audiovisual Corpo em Foco - Interseções, Recife/2009.

O Vídeo-dança Marés, é o primeiro vídeo do Projeto “Dançando com” do LAMIA Coletivo. O projeto Dançando Com tem o intuito de criar diversos vídeos-dança fazendo uma relação através do vídeo-dança/vídeo-arte com as obras de diversos artistas visuais baianos. O primeiro a participar do Projeto Dançando Com foi o artista BEL BORBA, que gentilamente aceitou que fizéssemos uma leitura livre de sua obra em ferro da Exposição “Água Grande” que foi realizada na Segunda Semana do Saveiro em Salvador, no galpão da CODEBA, e o vídeo Marés é um vídeo-dança de produção independente realizado pelo Lamia Coletivo.

Vídeo: Marés

Concepção/ Câmera/ Edição: Drica Rocha

Intérprete Criadora: Verônica de Moraes

Trilha sonora e Câmera: Som do Roque

Tradução : Ana Luiza
Vladimir Vasconcelos

Produção: LAMIA COLETIVO

Sinopse
O movimento das marés, o percurso das águas, ciclos da vida, fluxus... Das plataformas de ferro às esculturas de Bel Borba, das esculturas o movimento da dança, da câmera, do som, e sua relação com o ferro, as texturas, a água, os saveiros, o mar...


Synopsis


The movement of the tides, movements of coming and going, the pathways of water, with paths of life, cycles ... From the platforms of iron sculptures by Bel Borba, from the sculptures to the movements of the dance, from the video camera, the sounds, and its relation with the iron, the textures, water, the small fishing boats, the sea ...

Sobre Marés:

O vídeo Marés, foi ambientado na exposição “Água Grande” de Bel Borba, realizado no Armazém 1, no espaço da Codeba, na Segunda Semana do Saveiro em Salvador em janeiro de 2009. Esse vídeo foi inspirado esteticamente no trabalho da fotógrafa americana Fracesca Woodman, a utilização das texturas, e o próprio movimento de caráter existencialista. MARÉS é o primeiro trabalho do Projeto “Dançando Com”, tendo Bel Borba como artista escolhido para compor a relação entre vídeo-dança/vídeo-arte com as artes visuais clássicas e/ou contemporâneas.

About Tides

The video Tides, was set at the exhibition "Great Water" by Bel Borba. The exhibition was held at the Armazém 1, Codeba, in the "Segunda Semana do Saveiro" - Second Week of “Saveiro” in Salvador, BA, Brazil, in January 2009. This video has been inspired by the work of the American photographer Fracesca Woodman, the use of texture and character of the existentialist movement. “Tides” is the first work of the Project "Dancing With" having Bel Borba as an artist chosen to compose the relationship between vídeo-dance/vídeo-art with the classical visual arts and/or contemporary.

DANÇA EM FOCO 2009 - IMPRESSÕES SOBRE AZULEJOS

O VÍDEO IN-PRESSÕES SOBRE AZULEJOS SELECIONADO NO DANÇA EM FOCO 2009.



IN_PRESSÕES SOBRE AZULEJOS: ENSAIO PARA BANHEIRO, VESTIÁRIO, HOSPITAL

O vídeo apresenta o recorte de um corpo que habita um não-lugar. Os azulejos e o corpo, que imprime suas partes e história em sua superfície, despertam imagens que remetem a interiores: um banheiro, um vestiário, um hospital ou um açougue... Todavia a relação entre dentro e fora, latente e manifesto, clandestino e público não se resolve na simples negação, mas se dá no trânsito e na reciprocidade. Esta ambivalência é uma dimensão que perpassa nossa experiência.

O trabalho é um ensaio de videodança do Coletivo L.A.M.I.A que tem o interesse em pesquisar as relações entre corpo, ambiente e a linguagem audiovisual em suas experimentações.

O Coletivo L.A.M.I.A – Laboratório de Arte Multimídia e Intervenção Urbana foi criado em maio de 2008 e é composto por artistas que trabalham em diferentes linguagens. Dentre as principais produções destacam-se: Contrapontos (vídeo-dança), Performance Lama e Gabinete Instantâneo de Leitura (intervenções urbanas).

FICHA TÉCNICA:

Produção: Coletivo L.A.M.I.A e Sótão73 (sotao73.blogspot.com)
Criação e interpretação: Verônica de Moraes
Imagens: Alessandro Luppi
Montagem e edição: Drica Rocha
Trilha original: Som do Roque (somdoroque.blogspot.com)
Apoio: Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia



IN_PRESSIONS OVER TILES: AN ESSAY BY BATHROOM, CHANGING ROOM, HOSPITAL

The video shows the clipping of a body that inhabits a non-place. The tiles and the body, which prints its parts and history on its surface, arise images that refer to an “internal dimension”: a bathroom, a changing room, a hospital or a butcher shop... However, the relationship between inside and outside, latent and manifest, illegal and public, is not that of a simple denial, but involves with transition and reciprocity. This ambivalence permeates our experience.


The work is a video dance test of the Collective Lamia which is interested in exploring the relationship between body, environment and audiovisual language.

The Collective Lamia - Multimedia Laboratory of Art and Urban Intervention - was created in May 2008 and is composed of artists who work in different languages. Among the main productions are: Contrapontos (video dance), Performance Lama and Gabinete Instantâneo de Leitura (Instant Office of Reading) (urban interventions).

CREDITS:

Production: Coletivo L.A.M.I.A e Sótão73 (sotao73.blogspot.com)
Creation and interpretation: Verônica de Moraes
Images: Alessandro Luppi
Video Editing: Drica Rocha
Original soundtrack: Som do Roque (somdoroque.blogspot.com)
Thanks to Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia

13/02/2009

LAMIA COLETIVO

O LAMIA Coletivo – Laboratório de Arte Multimídia e Intervenção Urbana foi criado em maio de 2008 e tem o interesse em pesquisar as relações entre corpo, ambiente e a linguagem audiovisual em suas experimentações. É composto por artistas e não-artistas que trabalham em diferentes linguagens. Dentre as principais produções destacam-se: os videodanças Contrapontos – El Cruce 2009; FRAME 2008; Marés - FRAME_Research; El Cruce 2009, In_pressões sobre azulejos: ensaio para banheiro, vestiário, hospital – Dança em Foco 2009; FRAME, Videofronteras, Festival de Imagem em 5 Minutos, Dança Sem Sombra (2008) e ; e as Performances Lama e Gabinete Instantâneo de Leitura.
Componentes: Drica Rocha, Som do Roque e Verônica de Moraes, dentre outros artistas e não-artistas que somam suas idéias e corpos nas propostas dos vídeos e de intervenções urbanas.

The Lamia Collective - Laboratory of Art Multimedia Urban and Intervention was established in May 2008 and is interested in researching the relationship between body, environment and audiovisual language in their experiments. It is composed of non-artists and artists working in different languages. The main productions are: the videodanças Tides 2009, Counterpoint - FRAME 2008, and on tile In_pressões: Test for bathroom, locker room, hospital - FRAME, Videofronteras, Image Festival in 5 Minutes, Without Shadow Dancing (2008) and Dance Focus in 2009, and performances Lama and Instant Office of Reading.
Components: Drica Rocha, Som do Roque, Veronica de Moraes among other artists and non-artists to add their ideas and proposals in the bodies of the videos and urban interventions.

25/01/2009

Projeto "Dançando com"

No Projeto Dançando com, tivemos o prazer de fazer uma filmagem relâmpago interagindo na exposição de Bel Borba, na semana do Saveiro em Salvador, no Armazém 1 da CODEBA em Janeiro de 2009.

"Dançando com Bel Borba" é o primeiro de uma série de vídeos que pretendemos fazer tendo como ponto de partida obras de artistas plásticos,pensamento e intervenção na cidade.


Participaram deste projeto-ação:
Drica Rocha, Som do Roque, Rico Oliveira e Verônica de Moraes.


MAKING OFF - FOTOS RICO OLIVEIRA


Palavras de Verônica (ve) através de email para a equipe:

digaí! gentem, muito bom o dia hoje né?
depois fiquei muito cansada mas não consegui dormir,
fiquei pensando, pensando em tudo que fizemos.... a gente pode ir discutindo sobre a edição se todos estiverem a fim,
podemos escrever sobre o olhar de cada um quando fez parte da ação, mesmo que seja só pra gente se manifestar ou postar nos blogs de repente....

Fiquei com as "marcas" daquelas superfícies, entre aspas porque não estou falando só dos arranhões. É muito forte aquele trabalho do Bel, fica uma memória no corpo, fica uma aspereza que parece um texto que grita no corpo. Viagem né? Pois é, não estou conseguindo muito traduzir, posso pensar melhor.
Ceis perceberam que acabamos fazendo uma intervenção? No sentido de que parecia que era uma ação feita junto com a obra e o público que visitava via as duas coisas como uma obra só? viajei nisso também.... O público via pessoas interferindo nas obras de Bel Borba e não somente as obras.

Muito bom
Me senti muito bem fazendo tudo
acho que o "dançando com...." pode ser uma idéia fantástica sabe....

beijinhos
ve.
fotos: Rico Oliveira


Agradecimentos:

Gostaríamos de agradecer a gentileza de Bel Borba e da organização do evento da Semana do Saveiro em Salvador por ter autorizado a realização do nosso projeto.

Gabriel Teixeira, Ana Elisa, Sr. Rocha, Ana Luisa Reis, Vladimir Vasconcelos...



LAMIA COLETIVO.


Ficha técnica:

Concepção: Drica Rocha

Intérprete-criadora: Verônica de Moraes

Direção: Drica Rocha

Assistente de Direção: Som do Roque

Still: Rico Oliveira

Produção: LAMIA Coletivo

Tradução: Ana Luisa Reis

Tradução: Vladimir Vasconcelos

09/12/2008

MEU ÚLTIMO SUSPIRO, de Luis Buñuel












Transcrevo aqui, um trecho do livro MEU ÚLTIMO SUSPIRO, de Luis Buñuel, seu encontro com Dali na produção do filme Um cão andaluz e do encontro com o grupo surrealista...

drica rocha.

UN CHIEN ANDALOU (1929)

Esse filme nasceu do encontro de dois sonhos, chegando à casa de Dali, em Figueras, onde fora convidado para passar alguns dias, contei-lhe que sonhara recentemente com uma nuvem fina cortando a lua e uma navalha fendendo um olho. Por sua vez, ele me contou que acabava de ver, em seus sonhos, na noite anterior, uma mão cheia de formigas. Acrescentou: “E se fizéssemos um filme a partir disso?”
Essa proposta inicialmente me deixou em dúvida, mas depressa nos lançamos ao trabalho em Figueras.
O roteiro foi escrito em menos de uma semana, seguindo uma regra muito simples adotada de comum acordo: não aceitar nenhuma idéia, nenhuma imagem que pudesse dar lugar a uma explicação racional, psicológica ou cultural. Abrir todas as portas ao irracional. Só incluir as imagens que nos tocavam, sem procurar saber por quê.
Nunca surgiu a menor contestação ente nós. Foi uma semana de identificação completa. Um dizia por exemplo: “o homem arremete um contrabaixo. “ “Não, dizia o outro. E o que propusera a idéia aceitava imediatamente essa recusa. Sentia que era justa. Em compensação, quando a imagem proposta por um era aceita pelo outro, parecia-nos imediatamente luminosa, indiscutível e entrava incontinenti no roteiro.
Quando terminou, percebi que se tratava de um filme totalmente inabitual, provocativo, que nenhum sistema de produção podia aceitar. Foi por isso que pedi a minha mãe uma quantia de dinheiro para produzir-lo eu mesmo. Convencida, graças à intervenção do tabelião, ela me deu esse dinheiro.
Regressei a Paris. Quando já tinha gasto a metade do dinheiro de minha mãe nas boates onde passava algumas noites, disse a mim mesmo que um pouco de seriedade se tornava agora necessária, que era preciso fazer algo. Entrei em contato com os atores, Pierre Batcheff e Simone Mareuil, com Duverger, o operador, com os estudos de Billancourt, onde o filme foi rodado em quinze dias.
Éramos apenas cinco ou seis no set. os atores absolutamente não sabiam o que estavam fazendo. Eu dizia, por exemplo, a Batcheff : “ Olhe para a janela como se estivesse ouvindo Wagner. Mais patético ainda. “ mas ele não sabia o que estava olhando, o que estava vendo. Tecnicamente, eu já possuía um conhecimento, uma autoridade suficiente, e entendia-me perfeitamente bem com Duverger, o operador.
Dali só chegou três ou quatro dias antes do fim da filmagem. No estúdio, ocupou-se de colocar piche nos olhos das cabeças de asnos previamente empalhadas. Numa tomada, foi um dos irmãos maristas que Batcheff arrasta com dificultade, mas não foi a tomada que finalmente foi montada (já não sei por que razão). Ele é vislumbrado um momento, de longe, acorrendo em companhia de Jeanne, minha noiva, após a queda mortal do herói. No ultimo dia da filmagem, no Havre, Dali estava conosco.
Uma vez terminado e montado o filme, o que fazer dele?
Um dia, no Dome, Thériade, dos Cahiers d’ Art , que ouvira falar do Chien andalou ( eu mantinha um certo segredo junto a meus amigos de Montparnasse), apresentou-me Man Ray. Este acabava de terminar em Hyères, nos Noailles, um filme que se intitulava La mystère du

Château de Dé ( documentário sobre a residência dos Noilles e seus convidados) e procurava um complemento de programa.
Alguns dias depois, Man Ray marcou um encontro comigo no bar do La Couple, e apresentou-me Louis Aragon. Sabia que ambos perteciam ao grupo surrealista. Três anos méis velho do que eu, Aragon exibia todo o donaire das boas maneiras francesas. Conversamos um pouco e eu lhe disse que meu filme, sob certos aspectos, podia ser considerado, ao meu ver, um filme surrealista.
Man Ray e Aragon viram o filme no dia seguinte no studio dês Ursulines. Na saída, muito convictos, disseram-me que era preciso lança-lo, sem mais tardar, mostra-lo, organizar uma pré-estréia.
O surrealismo foi antes de mais nada uma espécie de apelo ouvido aqio e ali, nos Estados Unidos, na Alemnha, na Espanha, na Ioguslávia pelas pessoas que já praticavam uma forma de expressão institiva e irracional mesmo antes de se conhecerem. Os poemas que eu publicara na Espanha, antes de ouvir falar no surrelaismo, comprovam esse apelo que conduzia todos nós para Paris.
Da mesma maneira, Dali e eu, trabalhando no roteiro de Un chien andalou, praticávamos uma espécie de escrita automática, éramos surrealistas sem rótulo.
Havia algo no ar, como sempre acontece. Mas acrescentou também no que me siz respeito, que meu encontro com o grupo foi essencial e decidiu o resto de minha vida....
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participe da rede social L.A.M.I.A. coletivo no NING...

http://lamiacoletivo.ning.com/



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05/12/2008

foto da primeira CATA-AÇÃO - 30 novembro de 2008

[galera+na+primeira+cata-ação.JPG]


o L.A.M.I.A. coletivo participou desta CATA-AÇÃO...